Comida e moda combinam – Gretchen Röehrs

Quando uma criança fica enrolando sem querer comer diante de um prato e começa a brincar a primeira coisa que dizemos é que com comida não se brinca, mas uma Fashion Designer decidiu que não é bem assim, dá para brincar com comida sim, e de um jeito bem criativo! 

Em sua conta do Instagram Gretchen Röehrs brinca e consegue encontrar um paralelo entre dois mundos aparentemente distintos: comida e moda. Uma casca de banana pode ser um macacão e uma alface frisada farfalhuda pode ser um vestido rodado, por que não?

Suas fotos de comida despertam em nós não a vontade de comer, mas a vontade de vestir! Inspirada em modelitos reais ou criando modelitos que poderiam ser reais, a comida ganha outros contornos e com suas cores, texturas e formas, servem de inspiração para novos estilos. Uma criatividade bonita de se ver.

Conheça um pouco do trabalho da Gretchen Röehrs: 

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Super fofo né? Daquelas coisas que a gente pode dizer: tentem fazer em casa!

Abraços, 

{Renata Marques} 

A ajuda que atrapalha

O que vou falar hoje é sobre a ajuda que atrapalha no sentido de ajudar a fazer as tarefas domésticas do dia a dia do nosso lar. Pretendo analisar os dois lados, de quem dá e de quem recebe, sob a perspectiva de uma dona de casa que é responsável pelos afazeres domésticos.  

Desde crianças aprendemos sobre metamorfose. A lagarta para virar borboleta passa pela fase do casulo, e quando chega a hora certa a borboleta começa sua luta para romper e sair do casulo que já não serve para ela. Ao assistir, temos vontade de dar uma ajudinha para acelerar ou facilitar o processo, na boa intenção de ajudar a linda borboleta que vai sair, a poupar seus esforços. Eu já fiz isso quando era criança, resolvi dar uma força para ela, e o resultado, bem, digamos que nunca mais vou repetir. A borboleta tinha as asas enroladas, e acabou por ficarem assim, atrofiadas, e aquela borboletinha nunca pode voar. 

É muito importante avaliarmos se a ajuda será útil, e se o fazemos por nós ou pelo outro. 

A ajuda que atrapalha quando recebemos: 

No contexto do lar, quando o marido diz que vai “dar uma ajudinha” ou comenta com alguém que “ajuda” em casa, logo acende uma luzinha de alerta na minha mente. Se a pessoa vive naquele lar então tudo o que faz não pode ser considerado ajuda, já que é direta ou indiretamente em benefício próprio ou no mínimo em benefício comum.

Não podemos considerar que um filho ou filha “ajudam” quando fazem a própria cama, ou levam o lixo que produziram. Esse tipo de “ajuda” na verdade é colaboração, é trabalhar junto, em equipe, e é assim que deve ser considerado. Não apenas uma participação especial, mas uma responsabilidade, por menor que seja. Ao aceitarmos a “ajudinha” podemos passar a ideia errada que o outro não tem nada a ver com aquilo.

A ajuda que atrapalha quando oferecemos:

Assim como eu queria acelerar o processo da borboleta já quis muitas vezes acelerar o processo da minha filha arrumar a própria cama ou acelerar o processo do meu marido estender a roupa. Nessa ânsia simplesmente peguei e fiz, eles assistiram e saíram da experiência sabendo menos do que sabiam antes, muito menos estimulados a fazerem a tarefa, saíram com as asas atrofiadas. 

Para uma dona de casa experiente é um exercício penoso ver alguém fazer de forma atrapalhada ou imperfeita alguma tarefa que fazemos ágil e impecavelmente. Mas quero reforçar que é IMPORTANTE esse processo de aprendizado, de esforço, de dificuldade, de imperfeição. 

Quando realmente queremos ajudar não podemos tirar a oportunidade do outro poder fazer, especialmente se estamos falando de jovens e adolescentes. A velha máxima “ninguém nasce sabendo” ainda é válida. 

Abraços, 

Renata Marques

Comer os frutos da época: Inverno

O inverno brasileiro oficialmente vai de 21 de junho de 2015 e termina dia 23 de setembro de 2015. Estamos acostumados a comprar todo tipo de verdura e legumes o ano todo por conta das estufas e das importações. Mas na verdade os alimentos são mais nutritivos e baratos conforme a época do ano. Já falamos aqui sobre os alimentos da primavera, verão e outono, vamos ver agora os mais indicados para a estação do inverno. 

Já é de conhecimento popular que no inverno é importante reforçarmos a imunidade ingerindo alimentos que contenham vitamina C. A vitamina E também tem um papel importante nessa tarefa. Naturalmente os alimentos mais facilmente encontrados nessa época (e se for típico de sua região melhor ainda) terão o que nosso corpo precisa. 

Quando for à feira observe e converse com os feirantes para saber quais produtos são os da época e quais são os da sua região, esses serão os mais indicados para consumir. 

Com relação à vitamina C, nosso corpo não tem a capacidade de armazenar para ir usando conforme a necessidade. Por isso é importante dividir o seu consumo pelas refeições do dia. Qualquer excesso de vitamina em nosso corpo será expelido através da urina.

Veja a listinha que preparamos, use como base para suas compras e pesquise sobre os produtos típicos de sua região, seu inverno vai ser muito mais saudável!

frutos da estação inverno

Abraços, 

Renata Marques

7 Coisas que precisamos descartar

Algumas coisas que precisamos descartar são exatamente as que temos mais dificuldades e consequentemente são as que fazem nossa casa ficar mais bagunçada. 

No geral as pessoas acumulam algum tipo ou categoria de objetos que na verdade não lhes fariam falta nenhuma se fossem descartados. 

Quem nunca guardou revistas achando que um dia seriam consultadas e 10 anos depois constatou que conseguiu sobreviver muito bem sem elas e que também acabou não fazendo aquela cestinha artesanal linda feita com rolinhos de folha de revista?

E eletrônicos ou eletrodomésticos, quantos não estão aí em sua casa esperando o marido que garantiu que aquilo teria conserto ou pelo menos iria servir como peça sobressalente de algum outro produto (gente, vocês ainda acreditam quando o marido diz que vai consertar alguma coisa em casa? Só se for com a ajuda do papai Noel junto com o coelhinho da páscoa e a fada dos dentes…).

Segue a lista: 

1- Cadernos, desenhos e bilhetes

organizar desenhos de crianças

Comecei com um ítem carregado de emoções. Quantas mães (e pais) não morrem de dó só de pensar em se desfazer daquele rabisco que o filho fez e garantiu que era a mãe, o pai e ele passeando na praia? É duro, mas você pode fazer isso. Uma alternativa seria tirar fotos, digitalizar ou fazer um pequeno vídeo doméstico com essas obras de arte e depois separar para a reciclagem tudo o que for possível. Para não ser tão radical, pode estipular uma caixa e guardar nela o que achar realmente especial e se limitar a esse espaço da caixa. Para outros ítens mais especiais ainda pode colocar em molduras e expor nas paredes da casa. Não se esqueça de incluir nesse descarte cartões de natal, de aniversário, provas, trabalhos escolares …

2- Roupas

roupas

Pode parecer óbvio mas se você não usou em um ano ou dois, definitivamente não precisa guardar aquela peça de roupa. Além das roupas e sapatos pessoais dê uma olhada em lençóis, toalhas, panos de cozinha, a rouparia da casa em geral, provavelmente vai encontrar ítens à mais que podem ser “despromovidos” (tipo uma toalha virar pano de chão) ou doados. 

3- Documentos

organizar documentos

Faturas, boletos pagos, comprovativos, extratos bancários, tudo isso pode ser importante, mas tem prazo de validade. Tenha esses papéis em ordem, arquivados por data para facilmente poder descartar os que já não têm efeito legal. 

4- Eletrodomésticos e eletrônicos

descartar eletrônicos

Os aparelhos estão cada vez com tempo de vida útil reduzido. Algumas de nós ainda se recorda de quanto um fogão ou geladeira eram companheiros de uma vida inteira. As televisões, aparelhos telefônicos, câmeras, computadores, chapinhas e videogames então mudam conforme as modas, nem precisam estragar para serem trocados, basta ficarem com um design ultrapassado. Esses devem ser descartados em locais próprios, informe-se dos locais na sua cidade. Dá uma olhadinha aí na sua casa e com certeza vai econtrar algum aparelho que pode ou deve ser descartado. Se ainda funciona, doe, se não, é para reciclagem. 

5- Livros, jornais e revistas

documentosDependendo do estado do livro pode e deve ser doado ou “esquecido” voluntariamente em algum local público para que outras pessoas possam ler também. As revistas e jornais hoje em dia estão sendo cada vez menos comprados por causa da internet ou mesmo da assinatura de edições digitais. Caso você tenha em casa exemplares de revista observe se não está somente formando uma moradia para traças e outros insetos. Se realmente gostou de algum material (receitas, pap de artesanato…) pode digitalizar, ou cortar somente a parte que interessa colocando em algum fichário. 

A incapacidade de descartar até mesmo o livro mais inútil parece ser um problema humano universal. Nenhuma pessoa normal tem problemas em jogar fora pratos rachados, sapatos velhos, fitas cassete, plantas mortas e assim por diante. Mas os livros antigos, não importa se estiverem mofados, estraçalhados ou não fazer sentido intelectual algum, nunca recebem o tratamento que merecem. 

(Biblioo)

6- Produtos vencidos

produtos vencidos

Essa categoria pode ser muito extensa. Vai desde cosméticos  a ítens de mercearia. Faça uma caça à data de validade em sua casa e vai ver quantos ítens já deveriam ter sido consumido há tempos e estão lá, não só ocupando o lugar mas também correndo o risco de alguém mais distraído consumir ou usar esses ítens. Faz uma vistoria aí e depois me conta (perfumes e remédios incluído). 

7- Jóias e acessórios

organizar bijus

Tanto mulheres quanto homens. Quantos cintos velhos, carteiras, malas, bolsas, bonés… estão no armário sem serem utilizados? Ou porque já chegaram ao fim de sua vida útil ou porque simplesmente a pessoa já não gosta de usar aquelas coisas, mas por algum motivo qualquer deixa ali, quietinho. Atenção para essas coisas, selecione, avalie, e veja se realmente compensa ter um brinco que perdeu o par há anos e outras coisas desse tipo. 

 Gosta de dicas de organização? Veja esse post: 

Dicas para organizar a casa

Abraços, 

{Renata Marques}